sexta-feira, 28 de julho de 2017

O que eu faço com esse blog?

Quando criei esse blog, lá em 2012, nem imaginava o que ele se tornaria para mim. Era um modo de me expressar, assim como outros blogs que eu já tive nessa vida. Com certeza eu escrevia mais naquela época. Coisas bobinhas, mas que ainda representavam algo.

Com o passar do tempo, a mudança de rotina, o cansaço e outras desculpas que não cabem aqui, eu fui deixando a escrita de lado. Já não via sentido para relatar certas coisas.

Em uma época que o Instagram e o YouTube são o centro das redes sociais, nutrindo praticamente todas as necessidades de conteúdo, é até estranho alguém sentar e escrever. Não é prático, nem interessante. Mas ainda é o que eu gosto de fazer.

E é por isso que eu não deletei o blog até hoje. Mesmo com todas idas e vindas, eu sei que aqui posso falar quanto o meu coração precisar. Talvez não me identifique tanto com o nome que escolhi há 5 anos, mas ainda não é o suficiente para mudá-lo.

O blog vai continuar aí, com textos novos quando der na telha, e os antigos para quem quiser ler. Aliás, se é sua primeira vez aqui, leia Gravidade. Falam que mãe não deve escolher o filho preferido, mas dá pra burlar o ditado quando se trata de um filhote texto, né?

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Eu sempre vou lembrar de você

Bem louco falar uma coisa dessas, não? Mas é completamente verdade. A gente se orgulha pelo tempo que fica sem lembrar de alguém, por não saber como está, não procurar sinais em nenhuma rede social... Mas é tudo uma forma de tentar enganar a si mesmo.

Percebi isso com os sonhos que andei tendo. Você sempre estará por ali, porque, por mais que eu queira, certas coisas não são possíveis de apagar - e certas coisas eu nem quero que sejam apagadas também. Você sempre vai estar naquele vestido que eu amo, em alguma palavra que eu sempre falo ou um cheiro que eu sinto. O importante é que agora eu não me culpo quando esse sentimento, que eu ainda não sei como definir, surge.

Apesar de tudo, sei que sinto paz. Principalmente em colocar isso para fora, do melhor jeito que eu sei fazer. Términos nada mais são que novos começos, por mais clichê que isso seja. Esse ano foram inúmeros começos, e sou grata por isso. Volta e meia ainda penso em você para contar algo, mas sei que nossas vidas não estão mais ligadas nesse momento. 

Sobraram fotos, coisinhas e momentos que sempre vão deixar o coração quentinho. Fora disso, a gente faz questão de esquecer e perdoar. Só assim pra seguir em frente, leve, e recepcionar com um sorriso todas as coisas que a vida nos apresenta.

terça-feira, 14 de março de 2017

O que aconteceu?

Seis meses sem escrever. Acho que esse foi o maior tempo que fiquei afastada do blog. Confesso que foi um dos piores períodos com os meus pensamentos. Sabe quando você fica tão sobrecarregada, que nem as lágrimas conseguem sair em meio a isso? Exatamente isso que aconteceu.

Mas então, chegou o fim do ano. Não entreguei o TCC e farei mais um semestre da faculdade para isso. Passei a virada do ano pela primeira vez na praia, com uma sensação boa e ruim ao mesmo tempo. Com toda a certeza, não estava preparada para tantas mudanças, mas elas precisam ser realizadas e acontecem no tempo certo.

Aproveitei o mar com o coração aberto. Cumpri a promessa de visitar uma amiga na cidade em que ela mora agora. Conheci pessoas maravilhosas nesse curto espaço de tempo que 2017 percorreu. Pulei todos os dias do Carnaval pela primeira vez na vida - e com muito glitter! Chorei muito. Dor, risada e felicidade pelas conquistas na vida de algumas pessoas.

O mais importante: voltei a escrever. Ainda não como gostaria, mas o suficiente para o coração voltar a ficar aquecido. Para ver sentido em cada uma das palavras, como elas me fizeram falta e ter a certeza de que quero sempre isso na minha vida.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Importante!

Às vezes, eu queria fazer parte desse grupo de pessoas que não liga pra nada. Não se importa com nada em excessos, segue a vida, e é feliz assim. Mas não consigo, sempre me importo demais com as coisas.

Me importo demais com o aniversário de algum amigo, porque sempre acho que o aniversário tem que ser o dia mais mágico da pessoa. Me importo com aquela pessoa que tá doente. Será que ela tá se alimentando bem? Será que tomou os remédios no horário? Olha fulano, minha mãe sempre faz um xarope com limão e mel! Ah, também tem o leite com canela e açúcar queimado. Coloca uma pitada de noz moscada, porque ela melhora tudo.

Também me importo com aquela palavra ruim, que me falaram na semana retrasada, e que continua atravessada na garganta. E aquela atitude ruim que tomei em outro dia, aquela errada, que eu nem devia ter pensado em tentar? Nossa, aquilo até me tira o sono!

Ainda não sei o que fazer com tudo isso. Talvez, sejam muitas coisas para uma pessoa só se importar. Me importo até com essa coisa de me importar tanto com tudo, o suficiente para escrever sobre isso aqui.


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Diário de Viagem - Gramado - Dia 5

Choveu a noite inteira. Foi a prévia do que seria nosso último dia. Quando acordamos, estava frio e continuava chovendo. Tomamos café, terminamos de arrumar as malas e fomos para o centro só na hora do almoço.
Almoçamos no Ristorante Florence, o mesmo do dia que chegamos. Dessa vez, comemos Talharim aos Quatro Queijos, com escalopes de filé mignon. Comi e fui pro céu! A massa de lá é realmente gostosa e esse molho quatro queijos é só amor. 
Andamos até a Rua Coberta, e eu finalmente comi os churros que queria desde o primeiro dia, mas que nunca conseguia pelo meu estômago estar cheio demais.
Como o Victor queria tomar chocolate quente, para rebater o frio que tava fazendo no dia, fomos na Planalto. Quis comprar mais chocolate? Sim, mas me controlei.
Ainda compramos Cuca e pãezinhos de linguiça na Casa do Colono (esqueci de tirar foto!), antes de voltar para a pousada e esperar o transfer.
Depois, foram duas horas de van até o aeroporto, em Porto Alegre, e um grande desespero no aeroporto. Como todos sabem, eu morro de medo avião, porque morro de medo de altura. Chegando no saguão, descobrimos que não havia mais lugar para irmos juntos. Depois de quase cair no choro ao entrar no avião, um senhor trocou de lugar comigo e eu e o Victor conseguimos viajar um do lado do outro.
Botei o pé em São Paulo passando calor, com a rinite começando a atacar e com saudades de Gramado. A cidade é linda, e eu espero voltar o quanto antes para lá ♥ 

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Diário de Viagem - Gramado - Dia 4

Acordamos tarde no domingo, pois havíamos reservado o almoço na churrascaria Garfo & Bombacha. Nos arrumamos e esperamos o transfer. A churrascaria é enorme, e como reservamos com antecedência, ficamos de frente para o palco. O almoço contou com música ao vivo, apresentações das danças tipicas, além da participação dos clientes. Inclusive, eu e o Victor subimos ao palco e dançamos!
Lá tem muita comida, mesmo! O buffet é enorme, as carnes são tão macias que dá para cortar com o garfo! Os pontos altos ficam para o costelão na vala, que é assado durante 8 horas, o cordeiro, os mini milhos (sim, isso existe e é maravilhoso) e o ravióli recheado com abóbora ao molho branco. A parte de sobremesas é bem variada, mas eu fiquei com o sagu novamente e só um pouco de fondue.
Depois do almoço, ficamos no centro da cidade, para tirar fotos no mesmo local do primeiro dia. Por sorte, a foto saiu tão linda quanto a que eu tinha ficado apaixonada.
Passamos na loja da Planalto que, na minha opinião, é o melhor chocolate de lá. A loja é grande, o chocolate derrete na boca e os preços são bons.
Antes de voltar para a pousada, tiramos fotos na Rua Coberta e tomamos chá de maçã com apfestrudel na Casa da Velha Bruxa. Sinceramente, depois de toda a comida do dia, a janta era dispensável. 
Ah! Não deixem de comprar suco de uva branca integral! Gente do céu, nunca tinha tomado, e fiquei apaixonada!

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Diário de Viagem - Gramado - Dia 3

No sábado, estava programado o City Tour da CVC. Felizmente, deu tempo de tomar café da manhã - o café começava às 7:30. A van nos pegaria às 7:45. 
Primeiro, visitamos o Museu de Pedras Preciosas. Chorei por não ser rica. Essas foram as minhas pedras preferidas!
De lá, fomos ao Parque do Caracol, em Canela. Vale a pena pegar o bondinho aéreo (que eu chamei de teleférico o tempo todo), correr na frente das crianças para brincar com os bichos de madeira e tirar a foto lá embaixo. 
Pulamos o Mundo a Vapor, e só tiramos a foto no lado de fora. Grudado nele, tem uma lojinha pequena, mas que vendem coisas mais baratas que nos outros lugares que fomos.
O Museu de Cera rende fotos engraçadas, e o bar da Harley Davidson faz com que os olhos de qualquer pessoa brilhe.
Almoçamos em um lugar que eu esqueci o nome, mas que era maravilhoso. Buffet normal, rodízio de massas, galeto, costela e polenta servidos à mesa, junto com uma jarra de vinho colonial. Ah, sobremesa também era a vontade. Comam sagu, sempre, o máximo que puderem ♥
Eu já estava encantada com o Mini Mundo, mas depois de entrar lá, juro que queria virar miniatura para ficar lá também. São tantos detalhes, que não tem como não se apaixonar.
Passamos ainda na Fábrica da Prawer, que não funciona aos finais de semana, então o passeio foi só na loja, com uma pequena degustação. Comprem as drágeas de bebida; torçam para elas serem, na maioria, de conhaque, e não pinga. 
Voltamos para a Pousada, tomamos um banho bem quente, item de sobrevivência número um depois do frio que fez no dia. A garoa persistente tornou tudo pior, congelava a mão, a alma e nos fazia pensar em como o ônibus devia estar quentinho.
Jantamos no mesmo lugar do almoço, já que eles servem rodízio de sopas - E TEM SAGU!!! Essa é a única foto que registra a felicidade dessa criança por estar sentada em um pelego.